Para o integrante do movimento Coalizão Pelo Evangelho, “o que se quer, agora, é punir a influência de pastores e líderes evangélicos no processo eleitoral”, limitando o debate político no meio evangélico: “Tal medida, se aprovada, colocaria na mão de agentes do Estado a avaliação da consciência religiosa – afinal ‘quem’ vai determinar o ‘que’ se constitui como abuso? O Estado, assim, se tornaria juiz da religiosidade e da fé”, acrescentou.